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Arroba do boi gordo tem queda em algumas regiões; veja as notícias desta sexta

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Boi: arroba recua em algumas regiões, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a arroba do boi gordo recuou em algumas regiões em virtude das escalas de abate alongadas. Em São Paulo, capital, a referência passou de R$ 316/317 para R$ 314/315, em Goiânia (GO), foi de R$ 305 para R$ 303/304 e em Dourados (MS), ficou estável em R$ 316 por arroba.
Na B3, os contratos futuros do boi gordo chegaram ao terceiro dia de cotações em queda. Dessa forma, a curva até dezembro ficou toda abaixo de R$ 320 por arroba. O vencimento para agosto passou de R$ 314,05 para R$ 311,90, do outubro foi de R$ 318,90 para R$ 314,10 e do novembro foi de R$ 322,80 para R$ 318,50 por arroba.

Milho: saca alterna entre altas e baixas, mas não define direção

O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), teve um dia de preços mais baixos. A cotação variou -0,30% em relação ao dia anterior e passou de R$ 99,32 para R$ 99,02 por saca. Portanto, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 25,9%. Em 12 meses, os preços alcançaram 68,86% de valorização.

Na B3, o comportamento é um pouco diferente e as cotações dos contratos futuros do milho alcançaram o terceiro dia consecutivo com baixas. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 97,86 para R$ 96,54, do novembro foi de R$ 98,16 para R$ 97,60 e do março de 2022 passou de R$ 99,12 para R$ 98,60 por saca.

Soja: indicador do Cepea tem leve queda após sequência positiva

O indicador da soja do Cepea, calculado com base nos preços praticados no porto de Paranaguá (PR), teve um dia de leve baixa após quatro dias de altas. A cotação variou -0,09% em relação ao dia anterior e passou de R$ 175,83 para R$ 175,68 por saca. Desse modo, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 14,15%. Em 12 meses, os preços alcançaram 33,98% de valorização.

Na bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja alcançaram o terceiro dia consecutivo de baixa, agora com ainda mais intensidade que nos dias anteriores. Com isso, as cotações voltaram a se aproximar de US$ 13 por bushel O vencimento para novembro teve uma desvalorização diária de 2,45% e passou de US$ 13,534 para US$ 13,20 por bushel.

Café: preços ficam estáveis no Brasil, apesar de recuo em Nova York

De acordo com a Safras & Mercado, as cotações do café no mercado brasileiro ficaram estáveis, apesar do recuo observado em Nova York. No sul de Minas Gerais, o arábica bebida boa com 15% de catação ficou estável em R$ 1.020/1.030, enquanto que no cerrado mineiro, o bebida dura com 15% de catação ficou inalterado em R$ 1.030/1.040 por saca.

Na bolsa de Nova York, como dito anteriormente, os contratos futuros do café arábica tiveram um dia de recuos acompanhando a desvalorização no mercado de petróleo e de outras commodities em geral. O vencimento para dezembro caiu 0,85% na comparação diária e passou de US$ 1,8285 para US$ 1,813 por libra-peso.

No Exterior: pedidos de auxílio-desemprego seguem em queda nos EUA

O número de pedidos semanais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos teve nova queda na semana passada. Dessa forma, o resultado passou de 377 mil para 348 mil, segundo dados com ajustes sazonais publicados pelo Departamento de Trabalho norte-americano. Os analistas de mercado projetavam 365 mil solicitações no período.

Apesar do mercado de trabalho com viés positivo, as bolsas norte-americanas seguiram reagindo à ata do Banco Central que indicou possibilidade de retirada de estímulos em 2021. Com isso, dois dos principais índices de ações recuaram ligeiramente. De forma que apenas o S&P 500 fechou o dia em leve alta.

No Brasil: Bolsa brasileira interrompe sequência de baixas

Apesar de mais um dia de queda do minério de ferro no mercado internacional e de baixas predominando no exterior, a bolsa brasileira interrompeu a sequência negativa observada nos últimos dias. O Ibovespa subiu 0,45% e fechou o dia cotado aos 117.164 pontos. Ainda assim, o mercado segue atento aos ruídos fiscais e políticos.

Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,89% e passou de R$ 5,375 para R$ 5,422. A moeda brasileira segue pressionada em virtude da possibilidade de o Banco Central dos Estados Unidos ser obrigado a elevar o juros antes do esperado atualmente. Caso isso aconteça, o dólar se valoriza ante os principais pares e as moedas emergentes.

Fonte: Canal Rural